CYBER LEGAL

Apoio técnico cibernético para casos jurídicos e investigações

Perícia digital é a análise técnica de evidências eletrônicas com método rastreável e cadeia de custódia preservada. A Saylar atua como assistente técnico da parte: preserva provas, examina e-mails, logs, dispositivos e ambientes em nuvem, formula quesitos com o advogado e revisa laudos já produzidos.

Transformamos evidências digitais complexas em análises técnicas claras, verificáveis e úteis para processos, investigações e disputas empresariais.

Escopo

O que está incluído

Entregas

  • Análise preliminar do caso e viabilidade técnica
  • Preservação de evidências digitais
  • Cópias e aquisições forenses autorizadas
  • Cadeia de custódia, hashes e inventário dos materiais
  • Análise de computadores, mídias e ambientes em nuvem
  • E-mails, cabeçalhos, arquivos e metadados
  • Logs de acesso, IPv4, IPv6, CGNAT, portas e horários
  • Formulação de quesitos com o advogado
  • Revisão metodológica e de laudos
  • Acompanhamento de diligências

Para quem é

  • Escritórios de advocacia
  • Departamentos jurídicos
  • Empresas e seguradoras
  • Profissionais nomeados ou indicados em perícias
  • Partes representadas por advogado

Análise de dispositivos móveis conforme capacidade técnica e autorização aplicável ao caso.

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns

O que faz um assistente técnico em perícia digital?

É o profissional de confiança da parte, indicado para acompanhar a prova pericial: analisa as evidências, formula quesitos, acompanha diligências e pode apresentar parecer técnico próprio. O Código de Processo Civil prevê essa atuação nos arts. 464 a 466.

Qual é a diferença entre perito judicial e assistente técnico?

O perito judicial é nomeado pelo juízo e atua com imparcialidade, como auxiliar do juízo. O assistente técnico é indicado e contratado pela parte, atuando na defesa técnica do seu interesse — inclusive apontando falhas metodológicas no laudo oficial.

Como preservar uma conversa ou arquivo para análise?

Preserve o dispositivo e o conteúdo originais, evite editar, reenviar ou exportar de formas que alterem metadados, e registre data, hora, origem e responsável. Quanto antes a preservação for feita com hash e cadeia de custódia, maior a força probatória do material.

Um print de WhatsApp é suficiente?

Em regra, não. Uma captura de tela é facilmente adulterável e não carrega metadados que comprovem origem e integridade. Ela pode ser um ponto de partida, mas a robustez vem da preservação do dispositivo ou da conta, com aquisição forense e hash.

É possível identificar uma pessoa apenas pelo IP?

Não necessariamente. O IP indica um ponto de conexão, não uma pessoa. A análise precisa considerar data, hora, fuso horário, porta lógica, CGNAT, IPv6, registros da aplicação e os dispositivos envolvidos — sem esses elementos, a atribuição de autoria é frágil.

A Saylar pode revisar um laudo já produzido?

Sim. A revisão examina a metodologia empregada, a rastreabilidade das evidências, a consistência entre dados e conclusões e a existência de hipóteses alternativas não consideradas, resultando em parecer técnico utilizável pelo advogado.

Frentes de atuação

Cada frente abaixo tem método e entregáveis próprios. Todas partem do mesmo princípio: evidência preservada com rastreabilidade e conclusão que se sustenta em contraditório.